"Charles Bukowski era alcoólatra, mulherengo, viciado em jogo, grosseirão, sovina, preguiçoso e, em seus piores dias, poeta. Ele seria a última pessoa no mundo a quem você pediria conselhos ou que esperaria encontrar em um livro de autoajuda.
É por isso
O Diário do Luiz é o meu projeto de vida, é meu filho, meu sonho. Eu passei por uma fase onde me vi obrigado a deixá-lo dormindo por um tempo, mas nunca, jamais pensei em abandoná-lo. Agora eu posso dar seguimento a esse projeto do jeito que eu sempre qui